quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Don´t Be Ridiculous

Se há coisa que me orgulho como autor deste blog, é não fazer posts sobre politica, porque quero que venham cá e se riam um pouco e não fiquem cabiz (ainda mais) baixo por ver/ler sobre politica - falar por exemplo, como isto está, mais vale sair do país.
Mas hoje, infelizmente, tenho de falar de politica (não se vão embora por favor!) e depois deste pequeno texto introdutório vão perceber o porquê.
Ora bem, se há coisa que detesto, é dizerem que não percebo nada do assunto, quando no fundo até percebo - claro que não sou nenhum expert na matéria e não sou nenhum Nuno Rogeiro (preferia estar morto), mas irra considerarem-me "burro" e ainda por cima sem me conhecerem tem a sua quota parte de estupidez.
Tudo isto vem no seguimento, de uma conversa que tive no Facebook, com alguém que me vim a aperceber que ama/adora e se calhar era capaz de morrer pelo nosso governo, especialmente pelo nosso 1º Ministro Sócrates - ou como eu costumo dizer o enrabador oficial deste país plantado à beira mar - eis que no meio de uma conversa disse que era preferivel dar oportunidade a outros sem ser os óbvios (a eterna luta PS vs. PSD) e disse que podia ser por exemplo o CDS - com ou sem coligação - desde que fizesse um bom trabalho (atenção não estou a dizer que eles subam ao poder e façam milgares, até podem fazer alta borrada e pôr o país ainda mais na merdinha, mas ao menos dariamos a oportunidade de outros demonstrarem como seriam na cadeira do Poder).
Aí a besta revelou-se, a côr rosa subiu-lhe à cabeça (tudo bem que cada cabeça sua sentença) e só dei uma opinião, mas a minha opinão (pelo aquilo que percebi) era mais bem aceite se a minha fosse rosa. Ora a minha (e isto é uma utopia) ideia de um governo perfeito (que não os há, digo eu), era um onde combinasse, todas as cores politicas, ou seja, tirar o melhor do socialismo, do comunismo (tenham calma) e das extremas e quando digo é so na parte do "Se és estrangeiro e só cá andas a mamar subsidios, à conta de um governo banana vai para o teu país, que Portugal já tem chulos que cheguem, não precisamos de mais, obrigado!" isso sou totalmente a favor. Se vêm para cá trabalhar ainda bem, mas com ordenados que não roçem o ridiculo e que também não sejam explorados pelos chicos-espertos de cá.
Por falar em ridiculo, tambem sou ridiculo (desta vez dito por uma pessoa de famlia) por causa deste post, ainda estou a tentar saber o porquê da ridicularidade da minha pessoa em relaçao a este post, mas fico só mesmo a querer saber porque obtive um "Isso é bem verdade Pedro" pela pessoa que mais percebe de politica aqui em casa - a matriarca da casa Gema - e isso chega-me, porque talvez não sou assim tão ridiculo, não me considero tal e as pessoas em quem confio mais também não o consideram.
Ainda me telefonam a dizer que afinal não sou ridiculo mas sim outra coisa - sei lá, já espero de tudo.


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PS: Prometo não falar de politica nos próximos tempos. Não vos quero maçar e prometo que venho com coisas não politicas.
PS 1: Desculpem ter escrito assim um testamento, mas tinha que o fazer...

5 comentários:

Miss Murder disse...

Detesto politica, e não compreendo nada sobre ela por isso também é algo sobre o qual nunca irei escrever!

Pedro disse...

ainda bem miss murder, mas e assim chamarem-me burro quando não me conhecem e só porque não sou da mesma cor politica é um pouco ridículo

Miss Murder disse...

Epah a mim chamam-me burra por tanta coisa.

Sabes que basicamente o que os outros pensam é problema deles, o que tu és é problema teu.

Pedro disse...

u´r right =)

Daniel Antunes disse...

Eu acho que falar de política é saudável. Afinal são os políticos que governam esta trapalhada a que chamam Portugal. Mas parece que a política é com a religião, qualquer opinião pode causar embaraços. Por mim conteste-se a religião e a política, se não vivemos em ditadura. Ou se calhar vivemos mesmo.